Quando a terra secar
os ventos entrarem no meu corpo
o diamante rasgar as nuvens negras
as tempestades se diluírem em aguarelas
nesse dia, o sol adormecerá no outro lado
aquecendo meu corpo
secando tempos de ignomínia
despertando a liberdade dos meus sentidos
Quando os rios voltarem a fluir azul celestial
as marés baixarem de temperatura
a casa voltar a ser habitada
Deixaremos de lado as palavras de cristal
nesse dia, o sol adormecerá a meu lado
aquecendo o meu corpo
os meus sentidos estarão livres
e deixaremos a sombra desprender-se do corpo.
Também tem o seu caminho.
Eu tenho o meu.

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